quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Colégio Estadual Maria Aguiar Teixeira- Produção de Historias em Quadrinhos dos alunos do 2º ano


Foi proposta uma atividade aberta sobre dilatação.
1- Com base nos conhecimentos adquiridos na aula de hoje sobre dilatação, produza uma tirinha contendo de 3 a 6 quadros sobre o tema, esta tirinha pode envolver apenas uma forma de dilatação e poderá ser inserida em uma cena comum de seu dia-a-dia.
Para esta atividade foi disponibilizado aos alunos lápis de cor e canetinhas para que eles tivessem maior liberdade de criação possível em sala de aula.














Felipe de Carvalho de Oliveira, Brayan Farias, Dayane Lopes, Camila Ferreira, Jonas Aldair, Pereira de Mello, Ladislau G. Modzenski, Alexsandro Carvalho, João Felipe Chote Ferreira, Zacarias Chaves, Alex, Adriessa dos Santos Borges, Camila Matheus da Silva, Abner  S. Guedes, Dayse Rafaeli dos Santos Porto, Suelen de F. Cholle, Rafael de Araujo, Thais Tchornobaj.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Colégio Estadual Maria Aguiar Teixeira- 2º ano


Aula 01
Temperatura:
1- Com base em seus conhecimentos cotidianos, explique com suas palavras o que é TEMPERATURA: Com intuito de analisar o conhecimento prévio dos estudantes sobre o tema.
2- Texto base para desenvolvimento da aula:
               A temperatura é explicada pela Física como a grandeza termodinâmica intensiva comum a todos os corpos que estão em equilíbrio térmico. Temperatura é a grandeza que caracteriza o estado térmico de um corpo ou sistema. De forma qualitativa, podemos descrevê-la de um objeto como aquela que determina a sensação de quanto ele está quente ou frio quando entramos em contato com ele. Fisicamente o conceito dado a quente e frio é um pouco diferente do que costumamos usar no nosso cotidiano. Podemos definir como quente um corpo que tem suas moléculas agitando-se muito, ou seja, com alta energia cinética. Analogamente, um corpo frio, é aquele que tem baixa agitação das suas moléculas. Ao aumentar a temperatura de um corpo ou sistema pode-se dizer que está se aumentando o estado de agitação de suas moléculas. Ao tirarmos uma garrafa de água mineral da geladeira ou ao retirar um bolo de um forno, percebemos que após algum tempo, ambas tendem a chegar à temperatura do ambiente. Ou seja, a água "esquenta" e o bolo "esfria". Quando dois corpos ou sistemas atingem a mesma temperatura, dizemos que estes corpos ou sistemas estão em equilíbrio térmico. Assim temperatura é uma grandeza cinética.
b- Observando a figura anexada, associe esta imagem ao que foi explicitado nesta aula. Assim se fossemos utilizar esta imagem para definir o que é QUENTE e o que é FRIO, qual seria esta associação. Explique o porquê de sua resposta;
3- Atividade sobre o tema para avaliar o que da aula foi absorvida pelos estudantes;
a- Com base na aula de hoje e do que foi observado nesta aula descreva qual o seu entendimento sobre o que é TEMPERATURA:

                A atividade expositiva teve o intuito de demonstrar de forma visual a agitação das moléculas, quando a temperatura é aumentada.


Aula 02
6/02/11 - SENSAÇÕES TÉRMICAS
Para iniciar a aula propusemos a seguinte questão:
1- Quando pensamos em sensação térmica pensamos em temperatura, assim de acordo com seus conhecimentos cotidianos, poderíamos MEDIR precisamente e determinar a temperatura de um objeto ou um ambiente utilizando apenas utilizando as mãos? Justifique.

Com intuito de conhecer quais os conceitos e dúvidas  que os alunos desta turma tinham sobre esta questão. Na sequência trabalhamos uma atividade prática sobre sensações térmicas envolvendo água gelada, quente e a temperatura ambiente conforme imagens abaixo.




Esta atividade teve como princípio gerar uma discussão sobre a segurança de se medir a temperatura e a importância de instrumentos de precisão como o termômetro. 

Após Fazer o  experimento de troca de calor para demostrar a ação da sensação térmica e a não confiabilidade de nossos sentidos, discutimos métodos confiáveis de se  medir temperatura; onde chegou- se  a necessidade de objetos que possam media a temperatura precisamente como os termômetro que mede: o quanto as moléculas estão agitadas;






2-Leia atentamente a tirinha abaixo:

a- De acordo com o que foi observado e sentido, a pergunta feita pelo Rapaz ao seu tio Osvaldo a respeito do gato tem algum significado dentro do contexto de temperatura? Justifique sua resposta.
b- Qual deveria ser a pergunta feita pelo rapaz a seu tio Osvaldo de acordo com os conhecimentos físicos adquiridos nesta aula sobre sensação térmica e medida de temperatura?
Com a finalidade de avaliar a compreensão dos estudantes a cerca do tema discutido.


Aula 03
ESCALAS TERMOMÉTRICAS 
                    Utilizamos dois textos onde o primeiro é uma narração sobre o trabalho de Celsius e sua escala termométrica redigido pela aluna Edimara Fernandes Vieira, enquanto que o segundo texto é um trecho de uma carta enviada por  Fahrenheit a Royal Society em 1724, sobre sua escala termométrica. 
texto 1
Celsius e o Termômetro:

          O professor de astronomia da Universidade Uppsala, na Suécia, foi o criador da escala que utilizamos atualmente. Hoje, Celsius é bastante conhecido devido a esta escala termométrica que leva seu nome. Apesar de uma escala graduada ter sido criada anteriormente, apenas através de suas observações meteorológicas, que envolveram mudanças de estado da matéria e diferença de pressão, foi desenvolvida a famosa definição de Celsius a respeito dos dois pontos fixos presentes. Em 1742, Celsius apresentou à Academia das Ciências da Suécia seu relatório sobre a nova escala termométrica, subdividida em cem partes, na qual os pontos de fusão e de ebulição da água eram a base do funcionamento deste termômetro, definindo assim os pontos inicial e final, respectivamente.

          A escala termométrica de Celsius é posterior à escala de, proposta em 1714. Celsius estudou cuidadosamente durante dois anos o congelamento da água em locais de diferentes latitudes a diferentes pressões atmosféricas, e pode constatar que quando colocava uma ampola de mercúrio a pressão de 1 atmosfera em um recipiente com gelo, a altura máxima que o líquido dentro da ampola atingia era sempre o mesmo, assim esta posição foi denominada “ponto fixo” de fusão da água, ao qual Celsius atribui 100 graus.

          O outro ponto determinado mediante cuidadosas observações foi o correspondente ao “ponto fixo” de ebulição da água, onde a ampola com mercúrio a pressão de 1 atmosfera era colocada dentro de um recipiente com água fervente, assim visto que a altura máxima atingida pelo mercúrio dentro da ampola nestas condições também era fixa, para este ponto Celsius atribui o valor de 0 grau. Logo os pontos fixos estabelecidos para o termômetro foram os pontos de congelamento da água (100 graus) e fervura da água (0 grau). Sendo a escala iniciada em 100 graus e finalizada em 0 grau com a finalidade de eliminar o uso de temperaturas negativas, consideradas inconvenientes por Celsius.

          A inversão da escala tal como usamos hoje, deve-se ao médico sueco Carolus Linnaeus juntamente com o fabricante de materiais hospitalares Daniel Ekström. Que consideravam a escala centígrada iniciada em 0 grau (referindo-se ao congelamento da água) mais conveniente para finalidades médicas. Esta escala, durante anos foi chamada de centígrada, mas em 1948, o Sistema Internacional de Pesos e Medidas (SI) rebatizou a escala, atribuindo-lhe assim, o nome de seu criador. A escala célsius (ºC) é utilizada em quase todos os países, com exceção dos países de língua inglesa que ainda utilizam a escala fahrenheit (ºF).
texto 2 
Trecho da comunicação escrita apresentada por Fahrenheit, em 1724, à Royal Society da Inglaterra de como sua escala termométrica foi concebida; 
                                        “... A divisão das suas escalas está baseada em três pontos fixos, os quais podem ser produzidos acuradamente como se segue. O primeiro é colocado na parte mais baixa ou no início da escala e é obtido com uma mistura de gelo, água e sal de amoníaco ou sal do mar. Se o termômetro é colocado nessa mistura, o seu fluido desce até um ponto no qual é marcado zero. Este experimento dá melhores resultados no inverno que no verão. O segundo ponto fixo é obtido quando água e gelo são misturados sem os sais acima mencionados. Se o termômetro é colocado nessa mistura, seu fluido sobe até o grau 32, o qual eu chamo o ponto do início do congelamento, pois as águas estagnadas dos invernos estão sempre cobertas com uma fina camada de gelo quando o termômetro atinge este grau. O terceiro ponto fixo é encontrado aos 96 graus, e o fluido expande-se até este grau quando o termômetro é colocado na boca ou sob a axila de uma pessoa sadia, por um tempo suficiente para adquirir o calor do corpo. ... A escala dos termômetros para determinar o calor dos líquidos em ebulição inicia-se também a zero e contém 600 graus, pois o mercúrio que enche os termômetros começa a entrar em ebulição aproximadamente naquele ponto...”
(FAHRENHEIT, apud MIDDLETON, 1966, p. 75).
texto retirado de: O DESENVOLVIMENTO HISTÓRICO DA ESCALA FAHRENHEIT E O IMAGINÁRIO DE PROFESSORES E DE ESTUDANTES DE FÍSICA-  Alexandre Medeiros, Departamento de Física Universidade Federal Rural de Pernambuco- Recife PE 
          Após a leitura individual dos alunos, foi efetuada uma leitura coletiva e pausada, com a intenção de inferir uma discussão, na qual os alunos questionassem os pontos comuns e contrários existentes na confecção das duas escalas termométricas, assim os alunos puderam identificar os pontos mais interessantes dos textos como pode ser observado abaixo:
Comentários sobre o texto 1:
1-Dois pontos fixos bem definidos;
2-Ponto de congelamento e fervura da água;
3-Pontos importantes:     *100º C: congelamento da água;
                    *0º C: fervura da água;
4-Escala dividida em 100 partes iguais;
5- ausência de temperaturas negativas;
6-inversão da escala onde:    *0º C: congelamento da água;
                            *100ºC: fervura da água;
7-surgimento da parte negativa da escala;
Comentários sobre texto 2 :
1-Fahrenheit ainda não distinguia bem as ideias de calor e temperatura;
2-a temperatura de ebulição do mercúrio não era absolutamente um ponto fixo;
3-escalas dos seus termômetros estariam baseadas em  três pontos fixos;
4-temperaturas negativas dificilmente são registradas;
5- pontos importantes    *0ºF: congelamento de agua com sal;
                                *32ºF: congelamento da agua sem sais;
                               *96ºF: temperatura do corpo humano;
6-calibração da escala que demonstrou que a temperatura do corpo humano era de 98,7ºF resultando no abandono deste ponto;
7- introdução de um ponto de ebulição da água de aproximadamente 212ºF;
          Partindo dos tópicos evidenciados pelos alunos dos textos lidos, foi efetuada a construção das escalas termométrica de  Celsius e Fahrenheit em seus modelos originais descritos nos textos e  seus modelos atuais conforme pode ser observado abaixo:
Assim pudemos definir a relação entre a escala célsius e escala fahrenheit com auxílio dos alunos, a partir do que eles compreenderam dos textos expostos:
1,8xºC =ºF-32
 Para finalizar a discussão  e extrair dos alunos a compreensão geral a respeito do tema discutido foi proposta aos alunos a atividade abaixo  :
1- Leia a tirinha e responda:
  a- Baseado no texto “ Celsius e o Termômetro”, explique o porque o garoto afirma que 27º C é uma temperatura agradável e depois afirma que a mesma temperatura está muito elevada e qual a relação desta afirmação com o 1º termômetro graduado na escala célsius?
b- Com base na carta de Fahrenheit à Royal Society da Inglaterra  e na aula de hoje, qual seria uma temperatura agradável para a comida do garoto na escala fahrenheit, e qual seria sua justificativa para está resposta.
          A associação de duas formas diferentes de linguagem para interpretar e discutir o mesmo tema: ESCALAS TERMOMÉTRICAS se faz importante para melhor compreensão e interpretação das informações fornecidas.


Aula 04
DILATAÇÃO TÉRMICA
 
       O primeiro vídeo apresentado foi retirado de um programa de televisão chamado "O Mundo de Beakman" para iniciar o tratamento do tema de uma forma descontraída e cotidiana.

*Após a apresentação do vídeo acima começamos a tratar as diferentes formas de dilatação e sua presença em nosso cotidiano.
*Iniciamos este tratamento  falando sobre DILATAÇÃO LINEAR, e assim para tratarmos desta forma utilizamos uma atividade experimental demostrativa onde utilizando fogo e tiras de papel alumínio retiradas de caixas de leite simulamos a ação de um termostato.
*Outra forma de dilatação abordada nesta aula foi a DILATAÇÃO SUPERFICIAL, para a qual utilizamos o segundo vídeo da noite, produzido pelo Instituto de Fluminense de Física para tratar a dilatação do vazio. 


Para abordar DILATAÇÃO VOLUMÉTRICA, novamente utilizamos de uma experimental envolvendo uma garrafa lacrada com uma bexiga, a qual foi aquecida demostrando a dilatação do ar que inflava esta bexiga.
*Finalizamos a discussão conceitual de nosso tema discutindo coeficiente de dilatação como justificativa para que alguns materiais dilatem mais do que outros 

referência power point: imagens retiradas de: http://www.google.com.br/imgres? texto retirado de: http://www.cepa.if.usp.br/energia/energia2000/turmaA/grupo6/coeficiente_dilatacao.ht
Compreendendo a física- vol. 2, Alberto Gaspar, editora Ática- 2011


Assim foi proposta uma atividade
1- Com base nos conhecimentos adquiridos na aula de hoje sobre dilatação, produza uma tirinha contendo de 3 a 6 quadros sobre o tema, esta tirinha pode envolver apenas uma forma de dilatação e deverá ser inserida em uma cena comum de seu dia-a-dia.
Confira em: <http://artedafisicapibid.blogspot.com.br/2014/12/colegio-estadual-maria-aguiar-teixeira_57.html>

2- Com base nas tirinhas responda:

a) A tirinha do Cascão apresenta uma situação a respeito do conceito de dilatação que pode ter duas interpretações distintas, uma a respeito de dilatar e outra a respeito de contrair. Explique como as duas podem estar presentes em na tirinha simultaneamente e identifique se existe alguma incoerência em relação aos conceito apresentado nestas duas concepções, se existe proponha uma situação que permita sua correção:

b) Na tirinha abaixo, Calvin se compara a uma pipoca quando entra no banho, com base no conceito de dilatação, qual a intenção de Calvin com a analogia e se esta é coerente com o conceito ensinado. Justifique.


c) No Cartum abaixo podemos identificas os três tipos de dilatação estudados, identifique onde estas se fazem presentes. Justifique sua resposta.




Aula 05
12/04/12 Teorias do Calor
As teorias do Calor
                Ao longo da história a humanidade vem procurando por explicações para eventos que são externos a seu controle, um deles é o Calor. E como vários fenômenos físicos, ao longo dos anos as teorias para explicar o que de fato é o Calor sofreram diversas modificações. Sendo as mais significativas a Teoria Calórica e a Teoria da Energia.
               A origem da Teoria Calórica pode ser relacionada aos gregos, mas sua formulação “moderna” foi feita pelo professor de química da Universidade de Glasgow, Joseph Black. Ele observou que todos os materiais com diferentes temperaturas tinham a tendência de entrar em equilíbrio, quando postos em contato. Ele estudou as transformações nos matérias enquanto o calor “entrava” ou “saía” deles. A partir dos estudos de Black, surgiu esta teoria que postulava a existência de um fluido invisível que fluía pelas substâncias e alterava suas temperaturas.
               A teoria era baseada em dois postulados: (1) o fluido calor não podia ser criado ou destruído e (2) a quantidade de fluido calor transferido de um objeto para outro era proporcional à sua massa e à variação de temperatura. O termo calórico foi proposto por Lavoisier, em 1817. A Teoria Calórica explicava todos os fenômenos elementares associados ao calor, à temperatura e a combustão de uma maneira. E utilizava o conceito de um fluido chamado calórico, que teria a capacidade de penetrar e expandir todas as substâncias e de dissolver alguns materiais em vapores.
              A explicação da teoria calórica é que todos os corpos contêm uma grande quantidade desconhecida de calor sensível e calor latente, e que o aumento na temperatura que é observada na compressão de um gás é explicado como sendo a liberação de calor latente associado à diminuição de volume deste gás. Estas alterações poderiam também ser entendidas com a redução da capacidade térmica do corpo.  Assim, para uma mesma quantidade de calor, uma maior variação de temperatura era obtida. Por exemplo, dentro desta teoria, Um gás continha muito mais calor latente que líquido ou um sólido com a mesma temperatura, pois tinha maior volume e  já teria sofrido duas grandes mudanças de fase, de sólido para líquido e de líquido para vapor. Assim os gases eram considerados ricos em calor latente.
              As inconsistências da Teoria do Calórico começaram a aparecer quando o Conde Rumford, reportou o resultado de seus experimentos em 1798.  Ele tinha ficado bastante impressionado com a grande quantidade de calor liberada na fabricação de um canhão e acabou medindo-a. Mediu também quantidade de resíduos metálicos resultantes no processo.  Para sua surpresa, ele não encontrou nenhuma diferença entre os calores específicos do metal antes do processo e do resíduo encontrados depois deste processo. E se perguntou se tamanha quantidade de calor poderia ser produzida por uma pequena quantidade de resíduos ou somente pela variação da capacidade térmica do metal.
                Para produzir mais calor, ele teve a ideia de aumentar o trabalho realizado no processo de produção do canhão, e Usando uma balança bastante precisa, ele tentou medir o peso do fluido calórico produzido no processo.  Então comparou o peso da água utilizada para medir a quantidade de calor liberada na usinagem, antes e depois, mas foi incapaz de detectar a qualquer diferença de peso de fluido calórico.
                   Mas a Teoria do calórico só foi questionada em 1843, quando o cervejeiro e físico experimental, James Joule apresentou uma fórmula para determinar a quantidade de trabalho necessária para produzir uma unidade de calor. Que se baseava na teoria de que o calor é uma forma de energia. Trabalhando com as teorias já existentes da conservação do momento e da conservação da massa, abriu as portas para a teoria da lei da conservação da energia.
                   Em suas experiências, Joule mediu a energia mecânica usada para virar uma manivela presa a pás que agitavam a água. Quando um peso caía por certa distância, fazia virar a roda de pás, agitando a água. Ele relacionou o aumento da temperatura da água com a distância que o peso caía, para calcular o equivalente mecânico do calor: jogar um peso de 45,3 quilos por 2,3 metros fazia subir a temperatura de 453 gramas de água em 1º Fahrenheit (0,6ºC), baseando suas descobertas em mudanças mínimas de temperatura.
             Como até então se acreditava na Teoria do Calórico e Joule era dono de cervejaria, autodidata e fraco em matemática, quando seu trabalho foi publicado, a sociedade científica da época não aceitou e suas novas ideias foram rejeitadas junto com todos os seus trabalhos.  Mas como Joule era um cientista bem relacionado, apresentou seu trabalho a d Lorde Kelvin que ficou muito impressionado. Com o apoio de Kelvin, Joule conseguiu divulgar suas ideias e consolidar a validade de seu trabalho. E a Teoria Energética de Joule se tornou a base da termodinâmica moderna consolidada ate os dias atuais.
Vídeos utilizados para auxiliar na compreensão do texto:

O CALOR 
Presente do atrito entre pedras,
inexplicável poder Tochas incendidas iluminam caminhos reconforta e neutraliza medos Energia que acarinha à beira da fogueira primeiros convívios humanos agrupados...
Ediloy Ferraro

TEU CALOR 
Quero aquecer-me no calor que escoa. Por entre as brechas do teu coração E Aproveitar cada instante único da tua Presença e sorrir para o mundo...Junto das palavras que fluem do meu coração,Diretamente de minhas mãos flui o calor,que aquece os meus desejos, meu carinho, por que não, o meu amor...
Marisa Pizani 



De acordo com os poemas citados acima e o texto lido sobre “As Teorias do Calor”:
1- Elabore um texto que discuta qual a teoria abordada em cada poema acima e quais as características que evidenciam esta escolha.
2-  Para o poema que evidencia uma escolha pela descrição da Teoria Calórica, reescreva-o de forma a que ele se satisfaça a descrição da Teoria Energética de Joule.

Aula 6
IRRADIAÇÃO TÉRMICA 
             O data show foi levado até a sala de aula o que propiciou o desenvolvimento da aula em power point intercalado de videos televisivos dos novos tópicos apresentados aos alunos, sendo assim finalizada com a entrega de um material impresso contendo um MANUAL DE INSTRUÇÃO DE USO E FUNCIONAMENTO de um termômetro  de radiação infravermelha.
>Vídeo para a introdução do conceito de onda eletromagnética e fonte de irradiação destas ondas na faixa do ultra-violeta e na faixa do visível


Vídeo informativo sobre as consequências aos seres humanos à exposição excessiva aos raios ultra-violeta e a definição de ondas eletromagnética.

 

Vídeo experimento envolvendo os conceitos de absorção de ondas eletromagnéticas e reflexão destas ondas
.

Vídeo informativo onde apresenta a relação do efeito estufa e as ondas eletromagnéticas  propiciando a discussão de como estas ondas interagem com a matéria na geração de energia térmica.



Vídeo televisivo que discute a geração de energia solar como aplicação tecnológica do tópico apresentado. Retirado da série Caminhos da Energia episódio 7.


Referências power point: Física- ensino médio vol2. Beatriz Alvarenga e Antonio Máximo, http://www.if.ufrgs.br/mpef/mef008/mef008_02/Beatriz/irradiacao.htm

Manual de Instrução de Termômetro  em Infravermelho

manual explicativo: *trata o conceito de irradiação térmica; *explica benefícios e desvantagens; * como utilizar o produto;
                Atividade proposta a partir da aula desenvolvida partindo do conteúdo exposto, para interpretação e associação do poema.
A IRRADIAÇÃO DO TERNO...
 O terno é uma irradiação 
Existente desde sempreE como os raios do Sol
que sustenta toda a vida
Ele tudo abrange e envolve...
Sustenta com o sua energia,
Não só o universo
Em que vivemos,
Como toda a vida
Que nos mantém.
Ocupando todos os espaços...
Esta irradiação eterna
Envolve-nos dia e noite
Só que não temos mais
Consciência da sua existência
Ela vive nos transpassando
Como as ondas de rádios
Que vem ininterruptamente
Dos espaços intergalácticos
Só que a irradiação do terno
é captada por objetos materiais
Ela é sintonizada pela vibração
Que emana do nosso coração.
Assim quando...
Purificarmos as nossas sintonias finas,
e Plugarmos as nossas ondas de rádios
a este canal tão radiante e majestoso
que sempre esteve ao nosso alcance. 
Perceberemos que podemos capta-los
Mesmo estando infinitamente distantes.  

1- Com base no manual de instrução sobre “O termômetro Infravermelho” e nos vídeos assistidos nesta aula de hoje identifique no poema acima o que é “Irradiação Térmica”, como  este fenômeno acontece, como a tecnologia pode detectá-la na natureza e qual a importância desta forma de transmissão de calor afeta nossas vidas.
_Não se esqueça de identificar as frases do poema que se relacionam com as questões, com os vídeos e com o manual.



Aula 07
Convecção Térmica
Para o desenvolvimento desta aula foi solicitado que os alunos lessem os textos didáticos indicados e posteriormente identificassem os conceitos físicos destacados no poema associado: 
Texto Didático 1:
Referência texto didático 1: Física para o Ensino Médio, vol.02- Kazuhito Yamamoto e Luiz Felipe Fuke.

Texto Didático 2:
Referência texto didatico 2: Física Ensino Médio, vol. 02- Antonio Máximo e Beatriz Alvarenga

>A DANÇA DA MATÉRIA
Eu sei matéria dançarina que por ti transporto todo meu calor,
E que sem teu suave movimento jamais chegaria

Às mãos da velha cachoeira esguia, toda a minha Energia!

E sei que na loucura desta dança mórbida sua leveza aumenta

Quando aumenta o calor que te ofereço de presente

Fazendo seus pés bailarinos e inertes subirem ao céu

Enquanto que caem por terra seus cabelos extremamente densos!

E nesta falta de equilíbrio constante vejo seus pés e seus cabelos

Rodopiarem em belos círculos no ar como incansável roda gigante

A sugar todo calor que a ti entrego...

E no fim do dia quanto inebriado de sua beleza vejo

Que sem ti jamais teríamos as brisas marítimas a beijarem a terra

E as brisas da Terra a beijarem o mar...

Levando o calor que te dei a infinitos lugares...

Assim dentro da minha tristeza quando sua presença me falta

Contemplo a tecnologia que sua beleza deixou

Emoldurada dentro daquilo que um dia chamo-se cozinha...

Alana A. Herrera

Aula 08
Condução Térmica:
Para o desenvolvimento desta aula foi solicitado aos alunos que lessem os textos didáticos referentes a Fluxo de Calor, Condução Térmica e Lei de Condução Térmica e posteriormente expusessem verbalmente os pontos que consideravam mais interessantes e os que causavam mais dúvidas.
Referência do texto didático  Fundamentos da Física, vol. 02- Ramalho, Nicolau e Toledo, 9ª edição- Editora Moderna

Após o desenvolvimento da discussão sobre o texto didático, foi solicitado que os alunos lessem um texto referente a Coeficiente de Condutibilidade Térmica e  realização a resolução da atividade anexada


http://www.futureng.pt/coeficiente-de-condutibilidade-termica